domingo, 30 de março de 2014

Você sabe o que é Hipermídia e Transmídia?

A Hipermídia é a união de dois conceitos, o hipertexto e multimídia. Dessa união resulta em um documento que reúne imagens, textos, sons e vídeos, e sua principal característica é a possibilidade de uma leitura não-linear, ou seja, uma página dinâmica, em que o leitor escolhe o que quer acessar.
De acordo com Vicente Gosciola, Doutor em comunicação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo “hipermídia é o conjunto de meios que permite acesso simultâneo a textos, imagens e sons de modo interativo e não linear, possibilitando fazer links entre elementos de mídia, controlar a própria navegação e, até, extrair textos, imagens e sons cuja seqüência constituirá uma versão pessoal desenvolvida pelo usuário”
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Já Transmídia, nada mais é do que a transmissão de uma mensagem em diversas mídias. Como exemplos temos, filmes que se baseiam em livros, os games que viraram filmes, ou quando algo da TV vem para o mundo real, como é o caso da cerveja Duff dos Simpsons e bonecos de séries de TV, como Game of Thrones e The Walking Dead.

O que acontece é que, diante de tanta tecnologia, as empresas e produtoras querem chamar a atenção do público cada vez mais, tentando encontrar diversas mídias para transmitir suas informações e garantindo a fidelidade dos fãs em todos os lugares. Um bom exemplo é o caso de séries de TV que criam sites e aplicativos que possuem informações sobre personagens, jogos, vídeos extras, produtos temáticos e diversas outras interações.

Basicamente a transmídia é criar conteúdos exclusivos para as diversas mídias. Como no lançamento de um filme, um tipo de trailer é vinculado no rádio, outro na TV e um completamente diferente você encontra na internet, porque cada mídia tem sua própria característica, e é isso que a transmídia faz, analisar essas características e investir da melhor forma.

Aqui no Brasil, é tudo uma novidade, pouca coisa ainda é encontrada, mas a Rede Globo já possui um site exclusivo e está trabalhando num núcleo específico de transmídia, o GShow.

Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpE84_hlVifHP4WRVGZw636mhRPre4AItOZw8mXzte3m2q6n0txPZ59ip27UtDBLyMVz_COwxJapN02i5w2u03m7CWllRB-dE0V5q7caYDL0hCeJoYIMmjuw-sv6QeXsPcifqhe7raV38/s1600/TRANSMIDIA.jpg

domingo, 16 de março de 2014

Ciberativismo: Nova forma de revolução

Vivemos hoje numa sociedade da informação, onde podemos publicar, compartilhar, divulgar todo e qualquer tipo de assunto, seja ele em redes sociais, blogs ou num site próprio, por exemplo. Isso ocorreu de fato a partir do surgimento da internet, que revolucionou a forma como vemos o mundo. Ela veio para democratizar a informação. Não somos mais apenas meros receptores, agora nos tornamos também produtores de conteúdo.

Foi então que as pessoas perceberam a grande influencia dessa nova mídia e suas ferramentas, como as redes sociais. Os indivíduos viram neles uma forma para expor não somente seus interesses pessoais, mas seu descontentamento e suas críticas sobre suas necessidades e direitos coletivos.

Se não fossem pelas manifestações, tudo seria completamente diferente e agora que estamos numa era digital, o ativismo se tornou muito mais fácil. Um bom exemplo no Brasil foi a revolução dos R$ 0,20 centavos, que se iniciou no facebook, onde um grupo de jovens criou eventos e publicações para a divulgação de passeatas contra o aumento da passagem de ônibus para mobilizar a sociedade. Outras pessoas começaram a se interessar e a também divulgá-las, aumentando ainda mais a repercussão do assunto.  Não deixando de lado as redes sociais, o protesto foi para as ruas. E isso foi tomando enormes proporções. Da diminuição do preço da passagem foi para problemas na saúde, educação, moradia, entre outros. No ativismo das redes sociais não existe líder ou uma pessoa para seguir. Todos nós podemos criticar, expor nossas opiniões.

Uma de suas principais qualidades é a de ser um espaço livre posibilitando para os internautas a liberdade de expressão, o que não é válido para as “grandes mídias” onde a informação é manipulada e até mesmo omitida. Com isso, podemos perceber como a internet nos ajuda a unir forças e a lutar pelos nossos direitos, seja de uma coletividade ou então de identificação pessoal, e isso só tende a aumentar.

Fonte: http://giacomodegani.com.br/wp-content/uploads/2013/06/10237_10151706037251240_95834787_n.png

domingo, 2 de março de 2014

Second Screen – a nova tendência

Antigamente, as pessoas se reuniam na sala de TV, para conversar, jantar, entre outros afazeres. Hoje, com toda tecnologia que nos é imposta, enquanto assistimos alguma série, novela, estamos conectados na internet com nossos dispositivos eletrônicos, comentando sobre os mesmos nas redes sociais, compartilhando frases que foram ditas pelos atores, fazendo críticas e vários outros meios de interação. 


Percebendo que as pessoas estavam entretidas em comentar sobre os programas de TV, os produtores e publicitários tiveram a grande ideia de sincronizá-los com os dispositivos móveis. A tecnologia Second Screen - segunda tela - é usada para a interação do usuário desses dispositivos com a televisão. Com o app instalado, no momento em que a pessoa está assistindo a jogos de futebol ou sua série de TV favorita, recebe em tempo real informações complementares em seu smartphone ou tablet, como dados estatísticos, curiosidades, informações sobre as personagens, jogos online e até integração com as redes sociais, facebook e twitter. Proporcionando para seu telespectador, uma ampliação de seu conhecimento e maior interação com aquilo que ele assiste, permitindo que o mesmo esteja cada vez mais conectado.



Fonte. (http://www.tiagodoria.com.br/coluna/wp-content/uploads/2013/02/intonow.jpg)